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PERDAS PÓS-COLHEITAS DE FRUTAS CLIMATÉRICAS NO MUNICÍPIO DE MATA ROMA – MA.

Capítulo de livro publicado no livro do II Congresso Brasileiro de Produção Animal e Vegetal: “Produção Animal e Vegetal: Inovações e Atualidades – Vol. 2. Para acessá-lo clique aqui.

DOI: https://doi.org/10.53934/9786585062039-14

Este trabalho foi escrito por:

Cyntia Airagna Fortes dos Santos*; Lucianne Martins Lobato; Antônio Deusimar Oliveira de Sousa Junior; Giselly Martins Lobato; Gênesis Alves de Azevedo

*Autor correspondente (Corresponding author) – Email: [email protected]

Resumo: O setor da fruticultura é de extrema importância econômica para o nosso país, além de ser uma importante fonte de consumo, emprega em todas as suas fases de produção. Mas é grande o desperdício dos produtos por perdas pós colheitas, o que elenca prejuízos para todos. O objetivo desse trabalho foi analisar as perdas pós-colheitas de frutos climatéricos no município de Mata Roma. A pesquisa foi realizada entre os meses de julho e agosto de 2022, foi aplicado questionário abrangendo aspectos do perfil socioeconômico dos proprietários de hortifrutis para determinar por meio de estatística descritiva as principais causas de perdas nos estabelecimentos. As percas mecânicas para pêra e banana, está relacionado a falta de conhecimentos técnicos principalmente na hora de transportar e coletar. O abacate foi a fruta climatérica que apresentou maior porcentagem de perdas em relação a pesquisa realizada (7,58%), seguido da manga (7,46%), a banana apresentou a menor porcentagem de perdas (5,14%), seguida da Pêra (5,88%). As perdas nos hortifrutis apresentaram baixíssima porcentagem, sendo bastante atípico para análise geral de perdas de frutas climatéricas, demonstrando assim, conhecimento dos comerciantes acerca da gestão de venda dos produtos.

Palavras–chave: Comercialização; Perfil socioeconômico; Setor hotifrutícola.

Abstract: The fruit growing sector is of extreme economic importance for our country, in addition to being an important source of consumption, it employs in all its stages of production. But the waste of products due to post-harvest losses is great, which lists damages for everyone. The objective of this work was to analyze the post-harvest losses of climacteric fruits in the municipality of Mata Roma. The survey was carried out between the months of July and August 2022, a questionnaire was applied covering aspects of the socioeconomic profile of the fruit and vegetable owners to determine through descriptive statistics the main causes of losses in the establishments. The mechanical losses for pears and bananas are related to the lack of technical knowledge, especially when it comes to transporting and collecting. Avocado was the climacteric fruit that presented the highest percentage of losses in relation to the research carried out (7.58%), followed by mango (7.46%), bananas had the lowest percentage of losses (5.14%), followed by of Pear (5.88%). Losses in fruit and vegetables showed a very low percentage, being quite atypical for the general analysis of losses of climacteric fruits, thus demonstrating the knowledge of traders about the management of the sale of products.

Key Word: Commercialization; Socioeconomic profile; Fruit and vegetable sector.

INTRODUÇÃO

A produção brasileira de frutas continua superior a 40 milhões de toneladas por ano. De acordo com o ministério da agricultura, o setor fruticultor é o que mais emprega dentro do agro. São cerca de 5 milhões de empregos, o que corresponde a 16% da mão de obra do agro. (1).

O Maranhão reúne condições adequadas para a produção de diversas frutíferas, apresenta ainda uma localização geográfica estratégica, para realizar o escoamento da produção para todo o país, principalmente para as regiões Norte e Nordeste, além da possibilidade de exportação via portuária para outros países. Sobretudo, pelo fato de o estado importar a maior parte das frutas consumidas, demonstrando que há um importante nicho mercadológico com perspectiva de ser alcançado. (2)

As frutas podem ser classificadas como climatéricas, segundo ROSA et. al 2018 (3) os frutos climatéricos são aqueles que, na fase de maturação, apresentam um aumento rápido e acentuado na taxa respiratória, com amadurecimento imediato, tanto ligado à planta quanto fora dela, o que propicia que completem seu amadurecimento mesmo depois de colhidas. Desta forma, os produtos climatéricos podem passar por alterações fisiológicas e bioquímicas indesejáveis que resultam em maiores perdas durante o processo de comercialização, conforme as técnicas de conservação e manuseio empregadas, assim como o intervalo de tempo até o consumidor final (4)

Grandes quantidades de microrganismos estão associados a podridões em pós­colheita como fungos e bactérias que, por aberturas naturais ou ferimentos acidentais durante a colheita, penetram nos frutos, levando a perdas na produtividade. Ao penetrarem nos frutos, esses microrganismos podem deteriorar completamente os mesmos, levando a perda de massa e alterações em características físicas, químicas, sensoriais e visuais, causando diminuição no tempo de prateleira e a não aceitação pelo consumidor (5).

O período pós-colheita designa o intervalo entre a colheita e o consumo dos produtos agrícolas, contemplando as etapas de beneficiamento, armazenamento, transporte e comercialização. Existem várias técnicas utilizadas na conservação de frutas e hortaliças no período pós colheita de acordo com o destino do tipo de consumo e o destino do produto. (6)

Os elevados índices de percas pós­colheita de frutas e hortaliças no Brasil acontecem principalmente na comercialização.  Atualmente, valores estipulados de desperdícios e perdas de alimentos estão em torno de US$ 1 trilhão, sendo que US$ 680 bilhões nos países industrializados e US$ 310 bilhões nos países em desenvolvimento. Essas perdas causam uma série de prejuízos que vão desde o campo até o consumidor final, variando com o nível tecnológico, ações do consumidor e região geográfica (7).

Perdas em pós­colheita de frutas e hortaliças são muito significativos no mundo todo e variam de acordo com os produtos, variedades, cultivares, época do ano, formas de manuseio e área de produção. Essas percas podem ocorrer durante toda a cadeia de produção, tendo início na colheita, transporte até o pacink­house, no armazenamento, em comercialização nos mercados ou em casa (8)

O presente trabalho teve como objetivo determinar e analisar as perdas pós-colheitas de frutos climatéricos em hortifrutis no município de Mata Roma-MA.

MATERIAL E MÉTODOS

A pesquisa foi realizada entre os meses de julho e agosto de 2022, em três estabelecimentos do segmento hortifrutícola, situados em Mata Roma, Maranhão, Brasil, inserida na mesorregião Leste Maranhense, coordenadas: latitude: 3° 37′ 15″ s – longitude 43° 6′ 33″ w. Conhecendo-se a origem das perdas e associando-as as culturas pesquisadas, estimou-se a porcentagem de perda, de cada cultura de hortaliças, através da seguinte fórmula:

Perda (%) 

Onde C representa volume médio de produto comprado/ semana (kg) e V representa o volume médio de produto vendido/semana (kg). Os resultados são expressos em % de perdas e apresentados em formato de tabela. As perdas relativas (PR) foram estimadas pela seguinte fórmula:

PR (%) = {[(VO – VV)/ VO] x 100}

Na qual, VO referiu-se ao volume da frutas ofertadas semanalmente (kg) e VV representou o volume da fruta vendida semanalmente (kg). Foi realizado estatística descritiva para confecção da tabela de perdas.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Na tabela a seguir (Tabela 1) temos o perfil socioeconômico dos comerciantes entrevistados, no qual podemos observar o nível de escolaridade, conhecimento técnicos, gestão e comercialização de hortifrútis e o interesse deles em capacitação técnica.

Nos hortifrutis visitados, todos os comerciantes apresentaram ensino médio completo, baixo conhecimento técnico de produção, porém apresentaram médio e alto conhecimento técnico de gestão, isso significa que os comerciantes apresentam experiência com a comercialização dos produtos mas não sabem determinar a cadeia produtiva do fruto até o processo de venda e escoamento, o conhecimento de produção é essencial para escolha dos melhores métodos de transporte, beneficiamento e conservação pós-colheita do fruto, levando a pressupor que os comerciantes apenas recebem as mercadorias do campo, e não acompanham o processo de plantio até a colheita e pós-colheita.

Os comerciantes apresentaram alto conhecimento técnico de comercialização, reafirmando mais uma vez a capacidade técnica de vendabilidade dos produtos, escoamento dos hortifrutis até o consumidor e faturamento.

De acordo com os dados obtidos (Tabela 1), podemos perceber o baixo conhecimento técnico de produção pelos entrevistados, porém, os entrevistados apresentaram interesse em capacitação. FALÉCO; JORGE (2017) (9) afirmam que o acesso a informação é um insumo estratégico para o processo de decisão e que pode refletir como uma vantagem competitiva no espaço de negociações do meio rural.

O desenvolvimento tecnológico, quando relacionado a alimentação da população em geral, deve continuamente ser desenvolvido para garantir uma produção sustentável. Para isso, as inovações devem ser acessíveis aos produtores, de modo a contribuir com a sua formação profissional continuada e a contínua melhoria produtiva. (10)

Na tabela 2, podemos observar os dados obtidos por meio questionário aplicado nas entrevistas sobre a compra, venda e perdas das frutas climatéricas no município em questão.  Onde é determinada as principais causas de perdas que acometem os hortifrutis, afetando economicamente o setor produtivo de frutas climatéricas.

Por ser um fruto climatérico, a banana apresenta respiração muito ativa, responsável por uma série de transformações bioquímicas e fisiológicas durante seu amadurecimento, diferentemente do que foi observado segundo entrevista com os comerciantes (Tabela 2), no qual não foi apresentado perdas de banana por fator fisiológico e sim por ação mecânica, representando 5,14% das perdas, valor significativamente baixo por se tratar de fruta climatérica, onde normalmente as perdas são bastante elevadas e distribuídas em duas ou mais tipos de perdas pós-colheita em função do seu ativo amadurecimento.  Os frutos são colhidos ainda verdes, no estágio de completo desenvolvimento fisiológico indicado, nessa cultivar, pelo desaparecimento das quinas dos frutos (11).

Segundo De Souza (2019) (12) a banana é um fruto muito sensível, e muitas das caudas de perdas mecânicas ocorrem desde a colheita, mesmo não sendo possível observar as manchas nos frutos verdes, quando amadurecem, percebe-se o escurecimento dos tecidos, o que diminui seu valor comercial. O autor ainda relatou em seu trabalho que os danos mais severos foram notados durante a colheita e condução dos cachos para o galpão de embalagem, e que houve e um dano no fruto ocasionado por corte com facão, decorrente do procedimento de colheita e dano por impacto localizados nos ápices dos frutos, que podem ser ocasionados pela força na deposição do cacho ao solo.

Mebratie et al. (2017)13 ao estudarem a cadeia de produção de bananas na Etiópia, verificaram que os danos mecânicos nos frutos foram a principal causa de perdas pós-colheita no seguimento de produção.

Já as percas fisiológicas encontradas para o abacate (7,58%) e manga (7,46%), deve-se ao fato da má exposição nas prateleiras, o recomendado é que sejam expostos em locais refrigerados, para aumentar o tempo de vida útil da fruta, aumentando assim a respiração.

A comercialização do fruto abacate necessita de um alto padrão de qualidade exigindo requisitos de segurança alimentar e cuidados nutricionais, além dos requisitos referentes aos aspectos de aparência, textura e sabor (14). Devido a suas qualidades nutricionais, organolépticas e suas diversas variedades de preparo, o consumo do abacate tem aumentado consideravelmente nos últimos anos, elevando seus números de importação e exportação. (15)

O controle do amadurecimento é fundamental para o aumento da vida útil após a colheita, visando ao mercado interno e à exportação de frutas. O principal fator que limita o transporte e o tempo de comercialização, e que deprecia a qualidade pós-colheita da fruta, é o amolecimento excessivo decorrente do amadurecimento. Dentre estas limitações, destaca-se o amadurecimento muito rápido do fruto, o manejo inadequado do produto a partir de sua colheita, transportes, embalagem, climatização e manuseio, favorecendo curta vida útil do abacate (16)

A manga é produzida em mais de 90 países. No ano de 2017, o Brasil foi o sétimo maior produtor o quarto maior exportador do mundo, com uma produção de 1.087.091 toneladas e com uma área plantada de 64.463 hectares, gerando uma receita de R$ 984.294.000. As regiões de destaque dessa cultura são Nordeste e Sudeste, com a produção respectiva de 812.275 e 260.543 toneladas (17,18).

As perdas causadas pelas podridões pós-colheitas dos frutos na cadeia de produção podem chegar a 30%. Nas condições de clima quente e seco do Nordeste, Fusicoccum aesculi Corda (1829), Lasiodiplodia theobromae (Pat.) Griffon Maubl. (1909) e Neofusicoccum parvum(Pennycook & Samuels) Crus, juntamente com as espécies de colletotrichum, são os principais causadores de podridão pós-colheita de frutos de manga (19).

Além disso, a manga é uma fruta com vários compostos bioativos, como o ácido ascórbico, β-caroteno e polifenóis, que contribuem para propriedades antioxidantes e nutricionais (20). Em linhas gerais, o conhecimento dessas características se faz necessário para melhor atender as demandas do consumidor, assim como permite a agregação de valor a cultivares que possuam características diferenciadas, principalmente quando é possível atingir mercados mais exigentes. No entanto, por ser uma fruta climatérica, a manga tem curta vida útil e se faz necessário o uso de técnicas como a refrigeração, atmosfera controlada, uso de inibidores de etileno, a exemplo do 1-metilclicopropano (1-MCP), e revestimentos biodegradáveis para a manutenção da qualidade e o aumento do período de armazenamento. (21)

As percas mecânicas para pêra e banana, está relacionado a falta de conhecimentos técnicos principalmente na hora de transportar e coletar. Pois o impacto do mal armazenamento para o transporte, ou a colheita feita de forma errônea, danifica o fruto e aumenta os riscos de danos, danos esses irreparáveis. Para se evitar tal risco, torna-se necessário maior cuidado na coleta, evitar qualquer tipo de pancada diretamente no fruto, manutenção nos armazenamentos, evitar pilhas grandes, utilizando caixas, principalmente na hora do transporte. Em relação as perdas foram encontradas valores parecidos por Ferreira et, al. 2019 (22), manga (7,80%) e banana (7.60%), o que pode ser considerado perdas médias. A produção nacional de peras é pequena, tendo sido registradas somente 15 mil toneladas no ano de 2016 (23). A pera é uma fruta muito consumida ao natural, mas usada também na culinária e em doces em calda e outros, tais como néctar, suco, sorvete e iogurte. No mercado brasileiro, predominam as variedades Williams e Rocha, esta importada de Portugal. Outras também são importadas, o que dá o fornecimento da fruta durante o ano todo, embora sempre conservada a frio, o que pode levar a perdas quando colocada a venda sem refrigeração, sendo comum o escurecimento interno, que inviabiliza ou prejudica seu consumo. A pera nacional é comercializada de janeiro a abril, e a importada durante todo o ano, mas com maior oferta entre fevereiro e setembro. (24)

Para reduzir as perdas de frutas e hortaliças são necessárias ações em todas as fases da cadeia logística destes produtos, desde a colheita e os processos de limpeza, classificação, embalagem, estocagem e transporte (25).  Recomenda-se então maior cuidado desde a colheita, até a chegada do produto as prateleiras, tendo assim maior efetividade, e menos perdas mecânicas, devido a armazenamento e transporte inadequado.

CONCLUSÕES

Os comerciantes apresentam nível de conhecimento médio, todos possuem ensino médio completo e a maioria mostrou interesse em adquirir conhecimento técnico, principalmente na área de produção.

Em relação as perdas, o abacate foi a fruta climatérica que apresentou maior porcentagem de perdas em relação a pesquisa realizada (7,58%), seguido da manga (7,46%), a banana apresentou a menor porcentagem de perdas (5,14%), seguida da Pêra (5,88%). As perdas nos hortifrutis apresentaram baixíssima porcentagem, sendo bastante atípico para análise geral de perdas de frutas climatéricas, isso demonstra haver conhecimento dos comerciantes em relação a cadeia de venda, perecibilidade dos produtos e armazenamento adequado para aumento da vida útil dos produtos e maior tempo de prateleira.

REFERÊNCIAS

1 Kist B. B., De Carvalho, C., Beling R. R., Anuário brasileiro de Horti&Fruti 2021. Santa Cruz do Sul : Editora Gazeta Santa Cruz, 2021 ISSN 2107-0897
2 Almeida E. I. B., Ferrão G. da E., Marques J. I., Sousa W. da S., Perdas pós-colheita de frutas e hortaliças no Maranhão. São Luís. EDUFMA. 2020
3 ROSA C.I.L.F., MORIBE A.M., YAMAMOTO L.Y., SPERANDIO D. Pós-colheita e comercialização. 2018 In: BRANDÃO FILHO J.U.T., FREITAS P.S.L., BERIAN, L.O.S., and GOTO, R., comps. Hortaliças-fruto [online]. Maringá: EDUEM, pp. 489-526. ISBN: 978-65-86383-01-0.
4 AMORIM D. J., ALMEIDA E. I. B., FERRÃO G. I.; PIRES I. C. G. Análise da qualidade e do preço de hortaliças comercializadas no mercado varejista de Chapadinha (MA). 2017. Revista Agrotrópica, Ilhéus, v.29, n.2, p.151-156, 2017.
5 OLIVEIRA J. C. F. Efeito no revestimento de própolis verde na qualidade de frutos de mamão formosa (Carica papaya L.). 2018. Trabalho de Conclusão de Curso.
Universidade Federal de Mato Grosso, Mato Grosso, 2018). 6 CAVALLARI L. G., BRITO P. O., LEITE V. C., Deficiências do manejo pós-colheita de frutas e hortaliças no Brasil. 2018. Sétima Jornada Científica e Tecnológica da Fatec de Botucatú, Botucatu­SP, 2018.
7 SOARES A. G., JÚNIOR M. F., Perda de frutas e hortaliças relacionadas a etapa de colheita, transporte e armazenamento. 2018. Desperdício de alimentos: velhos hábitos, novos desafios. Caxias do Sul, RS: Educs, 2018.
8 YAHIA E. M., FONSECA, J. M., KITINOJA, L. Postharvest Losses and Waste. Postharvest Technology of Perishable Horticultural Commodities. 2019. 1. ed. Woodhead Publishing, p. 43­69, 2019.
9 Faléco L.L., Jorge C.F.B. O uso da informação e a sua aplicação como insumo estratégico para o agronegócio. 2017. Revista Inteligência Competitiva, 7(3), 95-117.
10 Cajavilca E.S.R., Marques N.S, Melo E.M., Santana, V.G., Sales G.F., Lobo R.S. Análise de patentes do mercado de alimentos industrializados no mundo com base na classificação “A” da WIPO. 2014 Cadernos de Prospecção, 7(4), 612-621.
11 CAMPOS R. P., VALENTE J. P., PEREIRA W. E. Conservação pós-colheita de banana cv. nanicão climatizada e comercializada em Cuiabá-MT e região. 2003. Revista Brasileira de Fruticultura, [S. l.], v. 25, n. 1, p. 172–174, 2003
12 DE SOUZA E. I. A. Perdas pós-colheita em bananas produzidas em Rio Preto da Eva, Amazonas. 2019. Manaus. Universidade Federal do Amazonas. 2019
13 MEBRATIE, Mulualem Azene; et al. Determinants of postharvest banana loss in the
marketing chain of Central Ethiopia. Food Science and Quality Management, v.37,
p.52-63, 2017
14 VALE, B. S. Análise da Viabilidade Econômica da Produção de Abacate. 2017. Brasília: DF. Universidade de Brasília – UNB Faculdade De Agronomia E Medicina Veterinária, p.35. 2017.
15 PIGOZZI, MARIANA TEIXEIRA. Revestimento com álcool polivinílico e amido na conservação pós-colheita de abacate e mamão. 2019. 52 f. Dissertação (Mestrado em Agronomia – Produção Vegetal) – Universidade Federal de Viçosa, Rio Paranaiba. 2019.
16 NETO S. E. A., DE FARIA J. A., OLIVEIRA E. B. De L., FERREIRA R. L. F., Qualidade de frutos de abacate cv. Fuerte tratados com de revestimento natural. Scientia Naturalis. 2019;1;35-44.
17 FAO. Food and agriculture organization of the United Nations. FAOSTAT. Food and agriculture data. Disponível em: http://www.fao.org/faostat/en/#data. Acesso em: 25 Set 2022
18 IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Sistema IBGE de recuperação automática – SIDRA. Disponível em: Acesso em: 15 Set 2022.
19 COSTA, V.S. DE O. et al. Species of Botryosphaeriaceae associated on mango in Brazil. 2010 Eur. J. Plant Pathol. 127, 590-591, 2010.
20 NTSOANE M. L., SASSE M. Z., MAHAJAN P., SIVAKUMAR D., Quality assesment and postharvest technology of mango: A review of its current status and future perspectives. Scientia Horticulturae. 2019. 249. 77-85.
21 RODRIGUES A. A. M., Revestimentos e filmes biodegradáveis de diferentes fontes amiláceas: caracterização e aplicação póscolheita em manga [Tese]. AREIA: Universidade Federal da Paraíba. 2019
22 FEREIRA L. de S., Perdas pós-colheita de hortifrútis, em sete municípios maranhenses, inseridos em diferentes microrregiões [dissertação]. Chapadinha: Universidade Federal do Maranhão. 2019
23 FAO. Food and Agriculture Organization of the United Nations. Roma: FAOSTAT
Database Gateway-FAO. Disponível em: http://faostat3.fao.org/ Acesso em: 15
Set 2022.
24 DE SOUZA P. D., DURANTE T. P. Y., GALANTE R. M., WERLE L. O., Cinéticade secagem depera Argentina (Pyrus communis L.)e pera Willians (Pyrus communis ‘Williams’). Braz J of Develop. 2020;6; 51931-51940.
25 SPAGNOL W. A., SILVEIRA JUNIOR V., PEREIRA E., GUIMARÃES FILHO N., Redução de perdas nas cadeias de frutas e hortaliças pela análise da vida útil dinâmica. 2018. Brazilian Journal of Food Technology, v. 21, p. 1-10, 2018.

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