CARACTERÍSTICAS DO CUPUAÇU E POTENCIAL NUTRICIONAL E FUNCIONAL DAS SEMENTES PARA A AGROINDÚSTRIA

Resumo:

A Amazônia compreende a floresta tropical mais biodiversificada do mundo e dentre as espécies vegetais nativas exploradas da Amazônia encontra-se o cupuaçuzeiro que é cultivado nos estados do Acre, Amazonas, Pará, Rondônia e Maranhão. O cupuaçu possui um grande valor econômico para a região Amazônica, porém ainda há um desperdício significativo de partes da fruta não utilizado pela indústria devido sua utilização se concentrar apenas em produtos oriundos de sua polpa. E com isto, o presente trabalho tem o objetivo de elucidar sobre as características do cupuaçu e sobre formas de utilização e importância nutricional de sua semente. As sementes são resíduos do processo de extração da polpa de cupuaçu, e em sua grande maioria ainda não são aproveitadas para formulação de alimentos industrializados, mesmo com diversas pesquisas científicas já realizadas a fim de fornecer conhecimento tecnológico para implementação industrial desta matéria-prima. As sementes são um material com excelentes propriedades nutritivas, tais como minerais, vitaminas, proteínas, antioxidantes e fenóis. Diversos estudos mostram o potencial para o desenvolvimento de produtos como o cupulate, farinhas, biscoitos e cremes. E como visto, pelo potencial que apresenta a semente do cupuaçu, ela deve ser mais observada pela indústria alimentícia, principalmente em relação ao seu potencial nutricional, visto que a sociedade brasileira atual passou a buscar melhores hábitos de vida e a alimentação é um dos principais pontos nessa busca.

Autores: Andressa Araújo de Souza ; Fabiane Macêdo Baraúna  ; Vanessa Vieira Moraes ; Jerusa de Souza Andrade ; Joana Maia Mendes ; Patrick Gomes de Souza ; Antonio Augusto Marques Rodrigues  *

Consultar afiliações no livro

DOI: doi.ordoi.org/10.53934/9786599539664-33

ISBN: 978-65-995396-6-4

Capítulo do livro: Ciência e Tecnologia de Alimentos: Pesquisas e Avanços

Fundada em 2020, a Agron tem como missão ajudar profissionais a terem experiências imersivas em ciência e tecnologia dos alimentos por meio de cursos e eventos, além das barreiras geográficas e sociais.

Deixe uma resposta