EFEITO DA OZONIZAÇÃO NA CONSERVAÇÃO DOS ALIMENTOS: REVISÃO

Resumo:A indústria de alimentos tem buscado progressivamente tecnologias alternativas para garantir a segurança e a qualidade dos produtos visando atendendo aos anseios dos consumidores. Pesquisas sobre tecnologias capazes de inativar microrganismos patogênicos e deterioradores com mínimas alterações sobre as propriedades nutricionais, técnico-funcionais e sensoriais dos alimentos estão em amplo desenvolvimento. Neste contexto, a utilização do ozônio vem se tornando uma grande aposta na busca por sanitizantes eficientes e por métodos não térmicos que auxiliam na conservação dos alimentos, além de ser uma alternativa ecologicamente sustentável e economicamente viável. O ozônio tem sido utilizado em tratamentos pós-colheita, armazenamento e processamento de alimentos, incluindo frutas, vegetais, carnes e leite em níveis estabelecidos por agências centrais. Apesar do reconhecido efeito do ozônio contra bactérias (incluindo esporos), vírus, protozoários, fungos e leveduras, alguns fatores influenciam na sua eficácia, tais como características intrínsecas dos alimentos (composição, atividade de água, pH, potencial de oxirredução, dentre outras) e a qualidade, temperatura e pH da água. Logo, esta revisão tem como objetivo descrever sobre a aplicação do ozônio como agente sanitizante e tecnologia não térmica de conservação na indústria alimentícia, bem como suas vantagens e limitações.

Autores: Flaviana Coelho Pacheco1; Ana Flávia Coelho Pacheco2; Jeferson Silva Cunha3; Paulo Henrique Costa Paiva4; Bruno Ricardo de Castro Leite Júnior5

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DOI: doi.ordoi.org/10.53934/9786599539664-19

ISBN: 978-65-995396-6-4

Capítulo do livro: Ciência e Tecnologia de Alimentos: Pesquisas e Avanços

Fundada em 2020, a Agron tem como missão ajudar profissionais a terem experiências imersivas em ciência e tecnologia dos alimentos por meio de cursos e eventos, além das barreiras geográficas e sociais.

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