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PESQUISA DE HÁBITOS DE CONSUMO DE ALIMENTOS DE ORIGEM VEGETAL PELA POPULAÇÃO DA CIDADE DE FORTALEZA – CEARÁ

Resumo: A maioria da população de países em desenvolvimento não tem acesso ao conhecimento sobre bons alimentos e condições de higiene, o que pode ter implicações negativas no preparo desses, como um maior risco ao desenvolvimento de doenças transmitidas por alimentos (DTA). Partindo-se da hipótese que é necessário conhecer como as pessoas de uma dada região se relacionam com o consumo e processamento dos seus alimentos, o estudo objetivou avaliar os padrões de consumo alimentar dos moradores da cidade de Fortaleza-Ceará, verificar quais são os aspectos que possuem maior influência no consumo de frutas e vegetais, como também verificar o comportamento dos consumidores com relação aos aspectos relacionados à segurança alimentar e nutricional. A pesquisa foi realizada no mês de junho de 2020, através de questionário virtual, e contou com a colaboração de 230 avaliadores voluntários, escolhidos aleatoriamente através de plataformas online. Com a avaliação dos questionários foi observado que 52,2% dos participantes compram alimentos de origem vegetal 4 ou mais vezes por mês; 51,3% dos entrevistados lavam as verduras/legumes e frutas após as compras, antes de guardar/armazenar; 93,9% fazem as compras no supermercado, enquanto 94,3% utilizam o critério da qualidade na hora da escolha dos produtos; 83,9% dos participantes descartam os vegetais quando esses apresentam evidências de deterioração. A pesquisa mostra que o consumo de vegetais entre os entrevistados é frequente, e que a maioria tem conhecimento no que diz respeito a higiene com a manipulação e o armazenamento desses alimentos, porém ainda é necessário que essas informações sejam cada vez mais difundidas entre a população.

Autores: Isabela de Morais Silva; Nathalia de Andrade Neves.

DOI: 10.53934/9786599539626.30

Capítulo do livro: Ciência e tecnologia dos alimentos: Pesquisas e avanços

Fundada em 2020, a Agron tem como missão ajudar profissionais a terem experiências imersivas em ciência e tecnologia dos alimentos por meio de cursos e eventos, além das barreiras geográficas e sociais.

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