AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA FARINHA DE CASCA DE GUAPEVA (POUTERIA GARDNERIANA RADLK)

Resumo:A região do cerrado possui cerca de 204 milhões de hectares de extensão e é conhecido como um dos biomas com maior biodiversidade do mundo. Uma fruta típica dessa região é a Guapeva (Pouteria gardneriana Radlk), fruta de sabor adocicado, elevada carga nutricional e com ação antioxidante no organismo humano. O presente trabalho tem como objetivo avaliar as propriedades físico-químicas da casca de guapeva in naturae processada em forma de farinha. Com o fruto adquirido e sanitizado, separou-se a casca e levou-se uma parcela desta para a estufa à 60° C por 18 horas. Posteriormente foram relizadas as análises de pH, umidade, sólidos solúveis totais, vitamina C e fenólicos totais na casca in naturae desidratada. As análises de absorção em água e óleo e capacidade de formação de gel foram realizadas apenas na casca desidratada. Os resultados obtidos para a casca in naturaforam 6,00; 78,05%; 11 °Brix; 1,09 mg/100g; 0,07 mgAGE respectivamente, sendo precedido pelo do casca desidratada que foram 6,00; 10,85 %; 19,5 °Brix; 0,47 mg/100g; 1,35 mgAGE; 7 g/g; 4,5 g/g e boa formação de gel em 10% de farinha. A farinha da casca do guapeva apresentou resultados físico-químicos satisfatórios, mostrando-se uma alternativa viável para melhor aproveitamento desse resíduo.

Autores:  Ellen Godinho Pinto *; Bianca Ferreira Augustinho ; Tulio Henrique Batista da Silva ; Wiaslan Figueiredo Martins ; Dayana Silva Batista Soares ; Ana Paula Stort Fernandes

Consultar afiliações no livro

DOI: doi.ordoi.org/10.53934/9786599539664-2

ISBN: 978-65-995396-6-4

Capítulo do livro: Ciência e Tecnologia de Alimentos: Pesquisas e Avanços

Fundada em 2020, a Agron tem como missão ajudar profissionais a terem experiências imersivas em ciência e tecnologia dos alimentos por meio de cursos e eventos, além das barreiras geográficas e sociais.

Deixe uma resposta