COMPOSTOS BIOATIVOS PRESENTES EM CHÁS E INFUSÕES DE PANCS: REVISÃO

Resumo: No Brasil encontra-se 13% da riqueza da biota mundial. Aproximadamente 10% da flora brasileira possuem partes comestíveis que poderiam ser utilizadas para incrementar a diversidade alimentar. Isso reflete o pouco aproveitamento das espécies nativas e a supervalorização das plantas exóticas, essas espécies recebem o título de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs). Destacam-se como plantas que possuem uma ou mais partes comestíveis, sendo espontâneas ou cultivadas, nativas ou exóticas que não fazem parte da nossa alimentação diária. Vêm ganhando espaços nas mídias, em discussões científicas e também na mesa das pessoas, são utilizadas como tempero, corante e chá/infusão. Trata-se de uma revisão da literatura utilizando artigos científicos nas bases de dados eletrônicas LILACS, SciELO e periódicos CAPES. Os descritores utilizados nas buscas foram: “compostos bioativos”, “chás”, “planta medicinal”, “PANCs” e “saber popular”, publicados entre 2000 até a atualidade e com idiomas português e inglês. As principais plantas alimentícias citadas nesta revisão são: a hortelã, vinagreira, jurubeba e o dente de leão. Tendo em vista a importância da avaliação e da disseminação do conhecimento sobre a disponibilidade de recursos alimentícios nativos, suas formas de uso, partes utilizadas e dos potenciais destes recursos alimentares, o presente estudo propõem um levantamento das principais espécies de PANCs pesquisadas, com o objetivo de incentivar o uso das plantas alimentícias não convencionais utilizadas no consumo de chás e os benefícios que estas trazem para a saúde.

Autores:  Ingrid Cristina Santos Amorim1; Anne Caroline Mendes Oliveira2; Tatiana Nunes Amaral3

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DOI: doi.org/10.53934/9786599539657-75

Capítulo do livro:

PESQUISAS E ATUALIZAÇÕES EM CIÊNCIA DOS ALIMENTOS

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