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EVOLUÇÃO DA PRODUTIVIDADE DE POMARES JOVENS DE LIMA ÁCIDA TAHITI EM RESPOSTA AO MANEJO DE PLANTAS DANINHAS

Resumo: Apesar da importância comercial da lima ácida Tahiti, ainda são poucas as pesquisas a respeito de práticas de cultivo, sobretudo sobre o manejo das plantas daninhas. , o objetivo do presente trabalho é avaliar o efeito do tempo de convivência com as plantas daninhas e de adoção do manejo químico ou mecânico das plantas daninhas sobre os componentes da produtividade de um pomar jovem de lima ácida ‘Tahiti’. O experimento foi instalado em março de 2018 e conduzido até fevereiro de 2020 em pomar comercial jovem de três anos de idade, no município de Pindorama-SP. Foram testados três manejos de plantas daninhas: o manejo sem controle do mato, o controle do mato por capina manual na área de projeção da copa da planta e outro com controle químico por aplicação de glifosato (1.720 g ha-1 i.a.). As colheitas foram realizadas continuamente sempre que os frutos atingiam qualidade comercial, porém os dados de produção por planta (kg) e número de frutos por planta foram agrupados semestralmente em dados de safra e entressafra, obtendo-se a produtividade e a massa média do fruto por suas relações. Os manejos adotados afetaram significativamente os parâmetros. Nas parcelas em que não houve o controle das plantas daninhas a altura a produtividade foi significativamente reduzidos a partir dos 6 meses de adoção dos manejos de plantas daninhas em até 57,8%. O controle das plantas daninhas com glifosato prejudicou significativamente a produtividade em 19,62%. A tendência é que as diferenças aumentem com a duração da adoção do manejo.

Autores: Maria Beatriz Bernardes Soares; Juliana Altafin Galli; Maria Izabela Ferreira; Monica Helena Martins; Isadora de Azeredo; José de Anchieta Alves de Albuquerque; Silvano Bianco

DOI: https://doi.org/10.53934/9786599539633-48

Capítulo do livro:

Produção Animal e Vegetal: Inovações e Atualidades

Fundada em 2020, a Agron tem como missão ajudar profissionais a terem experiências imersivas em ciência e tecnologia dos alimentos por meio de cursos e eventos, além das barreiras geográficas e sociais.

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